Kaapora – O Chamado das Matas

Teaser

Sinopse:

Uma narrativa da ligação dos Povos Indígenas com a Terra e sua Espiritualidade, do ponto de vista da indígena Olinda, que desenvolve projeto de recuperação ambiental nas terras de seu povo. Tendo a cosmovisão indígena como lente, a Kaapora e outros personagens espirituais são a linha central da narrativa e argumento do filme.

próximas exibições

III FINCAR – Festival Internacional de Cinema de Realizadoras – 2021 – 25 e 26 de novembro

Lançamento:

O lançamento nacional do filme foi na exposição Véxoa, da Pinacoteca de São Paulo, em 31 de outubro de 2020, e internacionalmente no Vancouver Latin American Film Festival 2020

Todas as Exibições:

III FFEP – Festival do Filme Etnográfico do Pará – 16 e 21 de novembro de 2021

Cabíria Festival – 2021

Mostra Indígena de Curtas – SESC Sorocaba – 21 a 23 de setembro de 2021

12º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico – 2021

32 Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – 2021

Brazil: Footprint 0.0 – Barbican Centre – 2021

 X Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife – 2021

IRDEB – Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – TVE Bahia – 2021

Sessão ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) E Spcine Play – 2021

Curta Cinema – Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – 2021.

.Amotara- Olhares das Mulheres Indígenas 2 edição – Yawar Filmes – 2021

II Mostra Etnomídia indígena – Oraculo Comunica – 2021

Véxoa, Nós sabemos – PINACOTECA de São Paulo – 2020

Vancouver Latin American Film Festival 2020

Premios

III FFEP – Festival do Filme Etnográfico do Pará Melhor Curta Metragem da Mostra competitiva Divino Tserewahú

12º Cinefantasy – Menção Honrosa da Mostra Competitiva Brasil Fantástico

Citações em artigos:

Mongabay

Mostra indígena em SP quer denunciar crimes contra a floresta através da arte

Distantes milhares de quilômetros dos Macuxi, os Pataxó Hãhãhãe do sul da Bahia não vivem situação muito diferente. Depois de passar seis décadas vendo suas terras serem ocupadas por fazendeiros, foi apenas nos anos 1980 que eles puderam dar início ao processo de retomada do território, a TI Caramuru-Paraguaçu, na época degradada por anos de atividade agropecuária. Uma história que só teve desfecho em 2012, quando uma decisão do STF anulou os títulos de propriedade que haviam sido antes emitidos pelo governo estadual. As tensões na área, porém, permanecem.

E é essa luta pelo território Pataxó que a jornalista e documentarista Olinda Yawar conta no filme Kaapora — O chamado das matas, que estreia na exposição Véxoa e também no Vancouver Latin American Film Festival. O filme aborda a ligação dos povos indígenas com a terra por meio da espiritualidade, ela diz, destacando a relação direta da obra com seu trabalho como ativista ambiental. “Eu tenho um projeto na comunidade que se chama Kaapora e trabalha com educação ambiental, desenvolvimento sustentável e recuperação de áreas degradadas. Então, resolvi fazer esse filme falando da Kaapora, entidade que na cosmovisão indígena é protetora das matas e dos animais”.

Olinda, que também tem sangue Tupinambá, espera que o filme seja uma forma de alerta para as ameaças que pairam não só sobre seu território como sobre todas as terras indígenas do Brasil. Uma delas são as mudanças climáticas: “A gente percebe que o clima está influenciando muito a questão da sobrevivência porque às vezes você planta e não nasce aquilo que você plantou. A chuva não está vindo no período certo.” Outra preocupação é de âmbito político: “Nós, povos indígenas, estamos perdendo um monte de direitos que já tínhamos conquistado. Agora mesmo temos o Marco Temporal que vai ser julgado.”

A tese do Marco Temporal, em vias de ser votada pelo STF, diz que só podem ser demarcados como terra indígena aqueles territórios que já estavam sob posse de comunidades indígenas em 1988, quando foi promulgada a Constituição. O critério foi usado em 2009 em favor da demarcação da reserva Raposa Terra do Sol, mas não seria usado automaticamente em outros processos. As lideranças indígenas são contrárias ao Marco Temporal, conforme comenta Olinda: “Vários povos indígenas foram expulsos da terra bem antes desse período. Então, no caso, o projeto serve para não ter terra para os povos indígenas”.

UOL – NOTÍCIAS DA FLORESTA

 
Raphael Fonseca
 

Ao lado desses objetos, o cruzamento entre mídias salta aos olhos devido à inclusão do essencial vídeo de Olinda Muniz Tupinambá. “Kaapora: o chamado das matas” traz vinte minutos que surpreendem o espectador – como classificar essas narrativas? O filme traz o corpo e voz da diretora narrando diferentes aspectos da sua vida na Terra Indígena Caramuru Paraguaçu, em Pau-Brasil, no estado da Bahia. O que parece ser uma narrativa autocentrada que registra aspectos cotidianos da sua vida rapidamente tem uma virada quando seu corpo vai de encontro aos “encantados” e o filme ganha um tom que parece menos documental e mais voltado para as suas cosmologias.

É nesse zigue-zague entre tempos e planos espirituais que as imagens nos fazem duvidar de que um jabuti filmado seja “apenas” um jabuti ou que as raízes de uma árvore sejam unicamente o que uma câmera consegue mostrar. O corpo da narradora se transforma, um fogo feito com computação gráfica é sequenciado com imagens de queimada e, quando percebemos, estamos envolvidos em uma trilha sonora que mistura cantos tradicionais e Gilberto Gil, pintura corporal e ativismo, o tempo limitado de uma obra audiovisual e o tempo necessário para que uma plantação renasça depois de sua destruição. Esse vídeo e sua capacidade de articular tantos saberes tradicionais a partir de uma mídia tão globalizada como o vídeo digital me parece exemplar quanto às opções curatoriais da exposição: os fazeres e saberes dos povos originários do Brasil, quando transformados em imagens para compor uma exposição, podem ter as mais diversas formas e serem distantes de um caráter panfletário, literal e monocórdico.


Crítica do Filme na sessão teste:

Olinda querida, parabéns pelo filme, lindo! “Kaapora O Chamado das Matas” tem uma fotografia muito bonita e bem elaborada. O filme é um chamado da cineasta ao regaste da Natureza. Olinda, no filme também atua como atriz, representando sua própria missão de vida: a conservação dos territórios indígenas e proteção de sua cultura. –Shaynna Pidory

Em meio a essa fase difícil que a humanidade atravessa, esse filme chega como um aviso: Ainda estamos aqui, lutando para manter nossa cultura mesmo que contra o mundo. Depois de tantos anos de luta pela terra enfim conquistada, a questão indígena a muito não estava tão em pauta.

‘Nos somos parte da natureza.’ Essas frase da protagonista, talvez seja a mais marcante do filme, dita de forma despretensiosa, porém com tamanha sensibilidade, mostra como ela se sente depois do seu momento de  epifania – momento esse em que o filme utiliza do surrealismo que combinou perfeitamente com elementos indígenas e documentais.

Emocionante, desperta em nós uma melancolia de uma história que não vivemos, mas que queremos que se mantenha viva. E fácil de se identificar r sentir empatia pela personagem, vendo as relações entre a mulher, natureza materna e a criança que amadurece e que quer entender o seu lugar no mundo.

Eles que abririam mão dos seus costumes para sobreviver, agora lutam para manter sua cultura viva. O filme é um chamado para o auto-conhecimento. – Erika Ruther

O filme “Kaapora, o chamado das matas” já começa com a visão indígena da história da colonização do Brasil – uma história de genocídio, exploração e violência. A protagonista e diretora Olinda Yawar  traz elementos da história e da cultura Tupinambá através dos arquétipos da entidade da Cabocla Jurema e da mitológica Caipora, que surgem no filme de forma onírica e são as mais fieis metáforas do discurso fílmico.  A cabocla Jurema é um ser de encanto de luz que representa seus ancestrais, já a Caipora ou Kaapora na mitologia indígena é a criatura que cuida da mãe terra, ela engana os exploradores com a finalidade de proteger a terra, pois esta precisa de cuidados após séculos de maus tratos e extração de suas forças vitais.

Imagens de arquivo da catástrofe em Minas Gerais e dos recorrentes incêndios na floresta Amazônica reforçam o discurso do filme e representam a realidade sócio ambiental do Brasil hoje.  Em contraste ao que vem ocorrendo com a natureza, Olinda desenvolve na ONG Kaapora um trabalho de reflorestamento e preservação que também é recontado através de registros feitos ao longo dos anos de trabalho na reserva.  Olinda mostra algumas das adversidades que enfrentou e as marcas traumáticas deixadas pelo passado de incêndios e devastação da vegetação para pastagens.

Um filme necessário neste momento politico onde tudo parece estar desabando no mundo. Para que se compreenda a luta e o significado do que esta exposto no filme, Olinda discursa entre mulheres diante do fogo, e afirma a urgência do chamado das matas. Ela quer ver o rio voltar a correr e as arvores crescerem naquela terra.

A trilha original inspirada em pontos de toré e a música Refazenda de Gilberto Gil emocionam o espectador e ajudam a traduzir o real significado do chamado da Kaapora.

Ouça o chamado, preste atenção, a mensagem é clara.  Ele ecoa em nossos corações porque como diz a autora: “Nos também somos a natureza”. Marcilia Cavalcante


Sobre a Véxoa e a minha participação na mostra com o filme, nos fala Naine Terena:

Véxoa, eu acredito que teve início na realidade em 2016, esse embrião foi implantado durante os dias de estudos da bienal de São Paulo que foi realizada pelo agora diretor da Pinacoteca o Jochen Volz. Eu conheci o Jochen e a equipe dele aqui em Mato Grosso, nos dias de estudos, e a minha participação nesse processo foi se ampliando até que a gente começou a manter um diálogo mais firme. Acredito que esse encontro possibilitou a gente estar fazendo essa exposição hoje. Então ela é muito importante não somente porque é a primeira exposição de arte indígena dentro da Pinacoteca, mas porque ela não surge do nada, ela surge de um processo de conhecimento e de reconhecimento de pessoas, de pensamentos, de filosofias de vida, de arte, de estética. E talvez isso tudo precisasse desse tempo mesmo pra ser processado, para ter uma organicidade, para ter uma verdade. Não é algo que a gente está fazendo de maneira que se esvaia depois.

A gente pensa que a exposição vem num momento muito duro para todo mundo, e a gente não previa que isso iria acontecer. Mas a proposta se mantem, porque Véxoa é nós sabemos, uma livre tradução que faço de sabemos, em terena, e a gente acredita piamente que, diante de todas as dificuldades que os povos indígenas já viveram, vivem, e vão viver, porque o sistema é muito bruto, ele é muito ruim para os povos originários, Véxoa vai sobreviver também.

Nós sabemos da potencia que tem a produção indígena, e é uma potencia tão grande que sobrevive, sobreviveu a todos os ataques que nós sofremos desde a chegada dos colonizadores no Brasil. A arte indígena ela não é perene, ela se manteve durante todo esse período de tentativa de extermínio, nós sabemos dessa importância, nós sabemos o quanto ela carrega instrumentos de luta de memória de força cosmológica dos Encantados, da Natureza. Ela é composta de muitos elementos, de muitas entidades, de muitos fazeres, de muitas mãos, e de muitas pessoas que acredito que estão compreendendo o que é isso. Então, a exposição, a gente tem cerca de 17 coletivos e artistas individuais, com uma seleção que foi muito difícil, porque nós temos uma produção muito bonita no Brasil. Mas eu procurei dialogar com todo mundo que tá na exposição e ver o que que cada um pensava e queria trazer, e assim foi se constituindo.

No meio do caminho algumas adaptações foram sendo feitas, inclusive os últimos artistas entraram ainda nesse ano, agora nos últimos meses, e é isso. Eu acredito que Véxoa tem um poder muito grande. A gente vai abrir esse ano, ainda que tenhamos ai uma pandemia, más todos os cuidados estão sendo tomados. A instituição está fazendo o trabalho de sensibilização dos seus funcionários, do público, pra que tudo ocorra bem, porque a gente não pode desistir, a gente nunca desistiu e nunca adiou nada desse processo de sobrevivência e como é uma exposição indígena de verdade, nada mais justo que a gente resistir nesse momento.

Eu vou te agradecer pela linda obra, você sabe que sou sua fã, e eu acho que todos os trabalhos que eu fiz, ou praticamente todos, você tá inserida, porque acho que você tem uma potência muito grande, muito rica, e um conhecimento muito bonito para ser propagado para os seus, e para  a sociedade toda. A estética da sua linguagem é muito bonita, eu gostei muito do vídeo, ele tá muito verdadeiro, está muito expressivo. Tem muita coisa ali que eu, agora, não conseguiria te falar, mas eu consegui ver. Eu acho que é assim, talvez não se traduza em palavras o que se passou ali na produção, mas eu consigo compreender o alcance das dimensões que ela tem. Então obrigada pela tua participação, e pelo belo trabalho que você fez pra gente, diante de todas as dificuldades, do recurso financeiro que não era algo assim mirabolante, mas eu ouvi esses dias um parente guarani, que faz filmes dizendo que ele, agora que dominam os equipamentos, ele faz os filmes dele quando e como ele quiser, e isso eu acho que é muito bonito, a gente poder fazer, tendo as condições mínimas.


O filme incorpora arte de artistas indígenas e não indígenas que são apoiadores da causa indígena ou simpatizantes das culturas e povos originários das Américas. Dentre estas obras, está Mulher Pajé 2 do artista Jaider Esbell, e para sua divulgação a pintura digital feita por Letícia Abelha originalmente para o filme. De obras musicais “Kaapora O Chamado das Matas” traz música original em sua trilha musical, Cabocla Jurema, canção de Yawar adaptada por Daniel Penha para o filme, além de músicas da banda Arandú Arakuaa e Gilberto Gil. As obras lítero-musicais com cessão de direitos de uso e seus respectivos fonogramas foram gentilmente cedidos pela Arandú Arakuaa e pela Gege Edições Musicais / Warner Music Brasil LTDA, uma empresa Warner Music Group.

Jaider Esbell é Artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia Makuxi. Nasceu em Normandia, estado de Roraima, e viveu, até aos 18 anos, onde hoje é a Terra Indígena Raposa – Serra do Sol (TI Raposa – Serra do Sol). Antes de ser artista, habilidade descoberta na infância, Esbell percorreu diversos caminhos, acreditava, levariam à plena condição de manifestar suas habilidades. 

Letícia Abelha  é artista plástica mineira, residente em Belo Horizonte. Seu trabalho possui como principal referência a natureza, cultura e espiritualidade brasileira. Transita entre os formatos tradicionais de pintura e desenho, além da arte digital e experimental. Jornalista por formação e professora de Yoga, utiliza a imagem como relato daquilo que julga mais importante transmitir em sua jornada.

Arandu Arakuaa  (saber dos ciclos dos céus ou sabedoria do cosmos, em Tupi-Guarani), teve início em abril de 2008 por Zândhio Huku. A banda atualmente é composta por Zândhio Huku (Guitarra/Vocais/Viola Caipira/Instrumentos Indígenas), Andressa Barbosa (Baixo/Vocais), Guilherme Cezario (Guitarra/Vocais), João Mancha (Bateria/Percussão). A musicalidade da banda mescla heavy metal à música indígena e regional brasileira, com letras nos idiomas indígenas Tupi, Xerente e Xavante, inspiradas nas cosmologias, sabedorias e lutas dos Povos Indígenas do Brasil. Desta maneira, buscando contribuir para a divulgação e valorização de suas manifestações culturais, subestimadas durante os séculos. O uso da viola caipira realça ainda mais a brasilidade na sonoridade do Arandu Arakuaa. Zândhio usa uma Guitarra Viola, instrumento idealizado pelo próprio músico. Em agosto de 2011, a banda fez o seu primeiro show e, desde então, divulga o seu trabalho com um repertório 100% autoral. Foi citada como exemplo de resistência em ecologia, em tese de doutorado em educação da UNICAMP, participou de uma cena para uma série sobre o lendário Zé do Caixão, interpretado pelo ator Matheus Nachtergaele e transmitida pelo canal de Tv Space, além de matérias em mídias de grande circulação como BBC Brasil, Uol, G1, Terra, O Globo, Correio do Povo, dentre outros.

Gilberto Gil é cantor, compositor, instrumentista, produtor musical, conhecido por sua contribuição na música brasileira e por ser vencedor de prêmios Grammys Americano, Grammy Latino. Em 1999, foi nomeado “Artista pela Paz”, pela UNESCO. Em mais de cinquenta álbuns lançados, ele incorpora a gama eclética de suas influências, incluindo rock, gêneros tipicamente brasileiros, música africana, funk, música disco e reggae. (Wikipedia) Gil é conhecido apoiador da causa indígena. tendo gravado cm outros artistas a canção “Demarcação Já”, dentre outras ações de apoio.

Daniel Penha é cantor, compositor e multi instrumentista do interior baiano. Nascido em Jacobina, cresceu entre Quixabeira e Capim Grosso, e por isso sua arte teve influências musicais bastante mestiças, de elementos da musica rural e urbana que vão do samba rural, batuque, chula, coco, baião, reggae, jazz, rock e heavy metal, não se considerando em um padrão fixo, porém mantendo uma identidade marcante. Traz em seus trabalhos, a cultura da música hippie nordestina, a tradições do Samba de sua região, fundido ao som da música contemporânea mundial. Seu primeiro álbum solo, intitulado Verbo Utopia, lançado em novembro de 2018, traz canções de sua autoria, uma produção do interior baiano. 


Direitos Autorais e Patrimoniais Reservados 
CPB emitido pela ANCINE Produtora: Olinda Muniz Silva Wanderley Diretora: Olinda Muniz Silva Wanderley Detentora de cotas patrimoniais: Olinda Muniz Silva Wanderley; 100% de direitos

Produção e Direção Yawar Muniz Wanderley. 2020. Documentário/Ficção. Brasil. 00:20:08. Povos Indígenas / Tupinambá / Pataxó Hãhãhãe / Espiritualidade / Ligação com a Terra / Recuperação Ambiental / Projeto Kaapora / História de Vida / Visão de Mundo – Perspectiva Cognitiva.

Apoio de Produção
 

Direção, Argumento, Roteiro e Montagem, Direção de Arte, Maquiagem e Figurino, Coreografia  – Olinda Muniz Wanderley – Yawar / Edição, Direção de Elenco e Preparação, Pesquisa, Operação de Câmera – Olinda Wanderley e Samuel Wanderley  / Direção de Fotografia, Iluminação e Efeitos, Som Direto, Assistente de Direção e Produção I, Fotografo de Still, Eletricista  – Samuel Wanderley / Assistente de Produção II – Daniel Dourado / Auxiliar de Produção, Assistente de Efeitos, Auxiliar de Cenário – Rodrigo Muniz / Música Original – Olinda Wanderley, adaptação Daniel Penha / Elenco – Yawar e Rita Muniz

7 comentários em “Kaapora – O Chamado das Matas

    1. Bom dia, Gilmar. Por enquanto o filme está disponível em mostras e festivais de cinema. A primeira exibição aqui no Brasil vai ser na Pinacoteca de São Paulo, na exposição Véxoa, que estava programada para o final do mês passado, mas teve atraso na preparação. Me informaram que irá abrir ainda neste mês de setembro. Depois de exibido na Véxoa, iremos inscrever o filme em outras mostras e festivais aqui no Brasil e informar nesta página e pelas redes sociais. Vou te enviar email com um número de whatsapp para você entrar em contato, caso queira receber informação pelo whatsapp.

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    1. Bom dia, Gisele. O filme será exibido e uma mostra online que estou tentando liberar agora junto à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, uma mostra que venci o edital em 2019 para realizar presencialmente e que não está podendo ser realizada por causa da pandemia de COVID19. Caso essa mostra não seja realizada, irei providenciar uma sessão do filme via internet para as pessoas que se interessarem. Deixe, por favor, seu contato que te retorno assim que possível.

      Curtido por 1 pessoa

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